Coluna Clio

Extensão do Jornal Delfos-CE: http://jornaldelfos.blogspot.com.br/
Clio é a musa da História na Mitologia grega.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

KAMI-SAMA: DEUS, DEMÔNIO, GÊNIO E COGUMELO

KAMI-SAMA: DEUS, DEMÔNIO, GÊNIO E COGUMELO 

1 SIGNIFICADO REAL DE NAMEKUSEI, NAMEKUSEIJIN

O significado ao pé da letra de Namekuseijin é algo como Nameko-Geração-Demônio, sendo que Nameko é o nome de um tipo de cogumelo, logo temos que significa termo Namekuseijin exatamente Geração de Cogumelos-Demônios e Namekusei significa Cogumelo-Demônio; Isso na visão de quem criou o personagem, mas, para sermos mais exatos, temos que buscar a origem real do nome "jin".

Para a compreensão total deste nome só resta a informação de que o termo "Jin" ou Jean ou Dean,  significa em árabe antigo ser místico bom, que gerou o termo gênio, mas que é erroneamente confundido com ifrit, que é o termo para ser místico mau.

...Os "jeanies" geraram o termo "gênio" ("Jeannie é um gênio") empregada pela religião positivista de Augusto Comte para designar pessoas com uma capacidade intelectual impossível de se alcançar pelos reles mortais... (http://ateupoeta.blogspot.com.br/2013/02/dymon-delusion.html)

Com estas informações, então, podemos corrigir o significado de Namekuseijin, de Geração de Cogumelos-Demônios para Geração de Cogumelos-Gênios e Namekusei de Cogumelo-Demônio para Cogumelo-Gênio. 

2 SIGNIFICADO DE PICCOLO DAMAIOH,  

Piccolo Daimaoh significa Pequeno Daymon ou Pequena Daymon, o primeiro termo "Piccolo" vem do Italiano e o segundo vem do Latim. 

O criador do personagem teve a intenção de significar como Pequeno Demônio", mas, apesar de a palavra Demônio vir de Daymon, Daymon é apenas uma das várias origens da palavra e significado de "Demônio", embora que seja, muito provavelmente, o termo mais antigo para tal. 

A palavra Daymon em si, em seu significado mais antigo simboliza a musa grega da poesia, que, com certeza, nada tem a ver com o personagem Piccolo Damaioh.

Outro significado do nome Daymon, refere-se a um povo antigo muito pobre que já era mistura de vários pobres e que foi iludido com o termo Daymoncrácia, que mais tarde virou democrácia e depois democracia. O povo chamado Daymon é conhecido hoje como Demônio ou Demônios. O termo Demônio só tem hoje um significado pejorativo porque os daymons ou demônios eram um povo pobre, se fossem um povo rico, a palavra Demônio teria hoje o status do nome Deus. É bem provável que o termo demônio fosse usado para deus e, com isso, o deus sem nome do cristianismo, islamismo, judaísmo e dos hebreus se chamaria hoje em dia "Demônio". Se a História tivesse ocorrido assim, este personagem Piccolo Damaioh, se chamaria Piccolo Deus e Kami-Sama se chamaria Akuma-Sama ou Piccolo Damaioh se chamaria Piccolo-Kami ou Kami-Piccolo.
Akuma é o termo japonês para demônio.

4 PIANO, CELL, CAOS, CÍMBALO, TAMBOR E TAMBORIM E DENDE

DENDE (Dendê), PIANO, CÍMBALO, TAMBOR E TAMBORIM são exemplos de uma conduta de má-fé e ilegal do Japão perante os demais países, incluindo o Brasil, eles registram nomes em outras línguas a fim de ter os direitos autorais em cima de produtos existentes em várias partes do mundo, conseguiram inclusive patentear palavras como "cachaça", "rapadura" e nomes de diversas frutas do Brasil, que por sua vez teve que travar várias batalhas judicias para não ter mais que pagar impostos para o Japão sobre a venda de qualquer produto com os nomes registrados indevidamente via justiça internacional. Um exemplo disso:
"Fruta disputada
Empresa japonesa registra a marca e patenteia processo de produção do cupulate

CLAUDIA IZIQUE | ED. 84 | FEVEREIRO 2003

O
cupuaçu (Theobroma grandiflorum), uma árvore da mesma família do cacau, cuja semente é fonte de alimento na Amazônia, está no centro de uma polêmica envolvendo organizações não-governamentais (ONGs), produtores do Acre, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Itamaraty e a gigante japonesa Asahi Foods Co Ltd. Tudo começou quando a Amazonlink, uma ONG que apóia produtores locais na comercialização de derivados de cupuaçu, como geléias e bombons, se preparava para fechar um contrato de venda com uma empresa na Alemanha, no final do ano passado.

“Já no final dos entendimentos, eles nos disseram que o negócio só se consumaria se o nome cupuaçu não aparecesse no produto, já que a marca cupuaçu estava registrada na União Européia pela Asahi Foods, desde o ano passado”, conta Michael F. Schmidleher, presidente da Amazonlink. A mesma empresa japonesa, soube-se posteriormente, tinha igualmente registrado a marca cupuaçu nos Estados Unidos e no Japão.

Uma investigação mais apurada revelou que a Asahi Foods também tinha patenteado o método de extração de óleo e gordura da semente e processo de produção do cupulate, uma espécie de chocolate elaborado a partir da fruta, no Japão e União Européia, entre os meses de outubro de 2001 e julho de 2002. Em 1998, o uso do extrato de cupuaçu para a composição de cosméticos já tinha sido registrado pela Body Shop Internacional. A patente da empresa japonesa, no entanto, pode guardar semelhança com outra depositada pela Embrapa, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), em 1990, relativa ao “Processo de obtenção de cupulate em pó e em tabletes meio amargo com leite brando a partir de sementes de cupuaçu”.

A história veio a público no início deste ano, levantando suspeitas de que, apesar das medidas de proteção previstas na Medida Provisória nº 2.186 – 16, sobre o acesso ao patrimônio genético e o conhecimento tradicional associado, o Brasil segue exposto às ações de biopirataria. “É importante que este caso do cupuaçu chame a atenção para o problema maior da biopirataria”, diz a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente. O ministério, ela adianta, está encaminhando a criação de um grupo de trabalho interministerial e inter-institucional para analisar o registro de marcas e depósito de patentes do cupuaçu.


Esse grupo, ela diz, vai conjugar “esforços e conhecimentos nos campos da pesquisa agronômica e genética, da propriedade intelectual, proteção dos direitos e interesses difusos e coletivos”, assim como da cooperação internacional. A ministra também pretende acelerar a aprovação de medidas de proteção da biodiversidade. Quando senadora, ela foi autora de um projeto de lei regulamentando o acesso ao patrimônio genético, já aprovado pelo Senado, em 1998, mas ainda parado na Câmara dos Deputados. “Em 2000, veio a Medida Provisória do governo anterior, motivada pela repercussão negativa do contrato realizado entre a organização social Bioamazônia e uma empresa estrangeira do setor farmacêutico, no primeiro semestre daquele ano”, ela conta.


Agora, no comando do ministério, Marina Silva tem planos de ampliar a composição do Conselho de Gestão do
Patrimônio Genético (Cgen), criado pela Medida Provisória, para incluir representantes de entidades científicas, da sociedade civil, de comunidades indígenas e locais, para, juntos, propor ao Congresso um encaminhamento para a conversão da Medida Provisória em lei. Outra idéia que está sendo estudada é a de desarquivar os projetos de lei sobre a matéria que ainda estão na Câmara dos Deputados, produzir um substitutivo de consenso e submeter a nova versão à aprovação do Congresso. A expectativa, sublinha, é que, ainda este ano, seja possível promulgar uma “verdadeira” Lei de Acesso aos Recursos Genéticos.

“Assim, o Brasil terá chances de realmente implementar regras nacionais que controlem o acesso e o aproveitamento econômico de sua megadiversidade”, argumenta a ministra. E completa: “Diante dos fatos consumados de patentes, marcas e outras formas de registro e apropriações de nossos recursos e direitos, sempre no âmbito dos governos e das leis de outros países, fica claro que o resgate daquilo que nos é devido somente será possível alcançar por meio de ações coordenadas em escala internacional, seja nos tribunais de países que concederam patentes e marcas sem considerar nossos direitos, seja nas negociações em curso na Organização Mundial de Comércio (OMC), Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi), Convenção de Diversidade Biológica e outras instâncias”, afirma a ministra.

Prudência e cautelaNeste campo de debate, sobre o acesso a recursos genéticos, no entanto, em que concorrem legislações nacionais, internacionais e interpretações diversas, é preciso agilidade para não perder prazos de prescrição – no caso de contestação de registro de marcas ou depósito de patentes -, mas, sobretudo, prudência e cautela. As distinções são sutis. Exemplo disso: a Ompi está sugerindo a utilização do termo biogrilagem, e não mais biopirataria, para designar atos de apropriação indébita de recursos genéticos e conhecimentos tradicionais.


Um dos argumentos é que
pirataria diz respeito, por definição, a atos ilegais e nem todos os atos designados por biopirataria são, necessariamente, ilegais. Na falta de uma legislação que restrinja o acesso a recursos genéticos, recolher espécimes de uma planta, levar para o exterior, identificar o componente ativo, sintetizá-lo e patenteá-lo não é ilegal. Se existir uma legislação, esses atos podem ser ilegais no país onde a coleta era desautorizada, mas não no país onde a patente foi solicitada.


Observado com a devida cautela, o registro da patente da Asahi Foods Co Ltd. pode não se caracterizar como um ato de biopirataria ou, de acordo com a nova designação da Ompi, como biogrilagem. A Asahi Foods, no registro da patente, identifica claramente o uso dos frutos utilizados na pesquisa: tratam-se de produtos comprados numa plantação de cupuaçu nos arredores de Manaus. Sabe-se que, no primeiro quadrimestre de 2002, o Amazonas exportou 50 toneladas de semente de cupuaçu para o Japão e a expectativa é que o Japão importe cerca de 200 toneladas neste ano.

Resta saber se o processo de extração do óleo e gordura para a produção de cupulate, reivindicado pela empresa, é novo. E é isso que a Embrapa quer saber antes de contestar ou não a patente.

Registro de marca
O problema, pelo menos aparentemente, pode estar no registro da palavra cupuaçu como marca para designar produtos derivados dessa fruta, que vai contra o requisito da registrabilidade de marcas, que é a sua capacidade distintiva. “Seria a mesma coisa que registrar as palavras laranja, mamão ou banana”, exemplifica Nuno Carvalho, da Ompi. O Itamaraty pretende mobilizar suas embaixadas nos países cobertos pelo registro da marca para obter mais informações sobre o caso e avaliar se o registro da marca poderá comprometer as exportações brasileiras.


O cupuaçu é uma importante fonte de renda para pequenos produtores no Acre. Apenas a Reflorestamento Econômico, Consorciado e Adensado (Reca), uma associação de plantadores da região, reúne 364 famílias que, no ano passado, produziram 850 toneladas da fruta e 95 toneladas de semente. “A maior parte das vendas é para São Paulo e Nordeste”, conta Hamilton Condak, diretor. A polpa da fruta é comercializada no mercado por um preço que varia de R$ 2 a R$ 5, o que tem sido um forte estímulo para a ampliação dos pomares e para o aparecimento de pequenas empresas fabricantes de subprodutos do cupuaçu, como geléias e bombons.

A Amazonlink, criada em 2001, começa a intermediar a venda de sub-produtos do cupuaçu para o exterior, como foi o caso dos entendimentos frustrados com a empresa alemã. Se mantido o registro da marca pela Asahi Foods, a alternativa para os produtores brasileiros seria comercializar o produto com outro nome ou correr o risco de pagar multas, sem falar na possibilidade de perder negócios.

Ignorância e preconceitoO cupuaçu não é o único caso com patente suspeita no exterior. A Rocher Yves Biolog Vegetales, por exemplo, registrou na França, Japão, União Européia e Estados Unidos a patente de uma composição cosmética e farmacêutica à base de andiroba (Carapa guianensis), árvore cujas sementes têm propriedades insetífugas e medicinais. A japonesa Morita Masaru também já patenteou no Japão um agente repelente para formigas e insetos que utiliza o óleo da fruta de andiroba.

E os exemplos se multiplicam: a copaíba (Copaifera sp), conhecida como o antibiótico da mata, tem patente mundial registrada pela Technico-Flor para uso em composição cosmética e alimentar. A Aveda Corp patenteou, nos Estados Unidos, um método de colorir cabelos ou pestana que contém pigmentos e resinas da copaíba. A própria ministra, quando senadora, acompanhou problemas parecidos, como o caso das patentes concedidas ao químico inglês Conrad Gorinsky, na Europa, Estados e no Canadá, sobre compostos de plantas medicinais usados pelos uapixanas, na região da fronteira entre Roraima e Guiana.

Segundo relato de pesquisadores, ela conta, os uapixanas usam as plantas tipir (Ocotea rodioei) e cunani (Clibadium sylvestre) paras as mesmas finalidades patenteadas por Gorinsky. O biopirata”, como ela o qualifica, descobriu e isolou as moléculas responsáveis pelas aplicações ensinadas há muitas gerações de uapixanas. “No caso do bibiru ou tipir, há referência específica quanto ao ato de mascar a castanha da árvore do coração-verde, como forma elementar de contracepção. Também são citadas as propriedades febrífugas e antiperiódicas das infusões feitas com a casca da árvore do coração-verde.


Foi para tratar dessas condições que o Gorinsky patenteou as moléculas alcalóides que denominou de “Rupununines Biologicamente Ativos”, em referência explícita ao rio Rupununi, em cuja região se encontra a planta”, explica a ministra. E conclui: “As tentativas de resgate efetivo dos direitos violados, no entanto, esbarraram nos preconceitos e ignorância dos poderosos e na falta de prioridade por parte de quem poderia ter sido aliado nesta nova forma de luta social."

CELL e CAOS  derivados diretamente da palavra Céu e de Caos, que, neste caso específico, trata-se de um super-deus grego de primeira grandeza vindo de um outro lugar, como um outro mundo, ou hoje em dia como um outro universo, e criou tudo o que existe após atravessar a fenda de seu outro mundo ou universo para o nosso.

Caos também é visto como um "5º elemento", que seria "o nada", uma espécie de niilismo japonês. 

Caos para os celtas seria um local onde vazio, no início de tudo, abaixo do gigante de gelo e do local do fogo. O fogo caiu sobre o gigante de gelo como se fogo e lava fossem uma coisa só e o gigante ao derreter fez brotar de seu corpos, os primeiros deuses e gigantes comuns e uma vaca com 9 tetas que escorriam rios de leite que alimentaram os deuses e os gigantes menores, o que de início já tornou gigantes e deuses inimigos mortais.

4 SIGNIFICADO REAL DE KAMI, SAMA E KAMI-SAMA




Deus-Senhor 
(Kamisama)

Note-se que o símbolo escrito em vermelho na roupa de Kami-Sama é exatamente o correspondente apenas a Kami, que é o correspondente para "Deus" em Japonês.

"Em japonês, “sei” significa geração" (https://www.significados.com.br/nissei-e-sansei/)

"O uso do san ou sama no final de nomes significa o título senhor/senhora, e faz parte da educação japonesa. Normalmente o japonês fala kamisama", que significa Deus Senho ou Senhor Deus. (http://www.nippo.com.br/2.semanal.aula/frases_palavras_biblicas.php)


"Kami-Sama
Português do Brasil
Kami-Sama
神様
Kami-Sama
Nomes Alternativos
Deus (manga)
Primeira Aparição
Apareceu em
Data de nascimento
Ano 461 (O Namekuseijin se separa para formar Kami e Piccolo Daimaoh)
Data de morte
3 de Novembro, Ano 762(revivido em 24 de Dezembro, Ano 762)
12 de Maio, Ano 767 (se funde com Piccolo)
8 de Maio, Ano 774 (Piccolo morre, depois revivido)
Ano 789 (Piccolo morre)

Altura
248 cm (jovem)
223 cm (velho)

Peso
200 kg (jovem)
115 kg (velho)

Endereço

Ocupação

Relações

Katattsu (pai)
Piccolo Daimaoh (parte má)
Piccolo (filho da parte má/fusão permanente)
Piano (filho da parte má)
Tamborim (filho da parte má)
Címbalo (filho da parte má)
Tambor (filho da parte má)
Shenlong (criação)
Sr. Popo (assistente)
Goku (aluno)
Tenshinhan (aluno)
Kuririn (aluno)
Yamcha (aluno)
Chaos (aluno)
Yajirobe (aluno)
Dende (sucessor)

Kami-Sama é um personagem de suporte no manga Dragon Ball e suas adaptações de anime Dragon Ball e Dragon Ball Z. Ele é um dos seres que serviram como Deus da Terra. Através da maioria da história, o personagem conhecido como Kami-Sama é um sábio Namekuseijin que não lembra mais seu nome real. Foi revelado, porém, que o nome de seu pai é Katattsu. Como O Namekuseijin, ele nasceu no planeta Namekuseijin no Ano 242e, quando criança, foi lançado por Katattsu no espaço em uma nave Namekuseijin que necessita um conhecimento básico do Idioma Namekuseijin para pilotar. Kami-Sama também é o Namekuseijin que criou Piccolo Daimaoh e a versão da Terra das Esferas do Dragão.



Personalidade

Kami-Sama confronta Garlic Jr.

Não é conhecida qual era a sua personalidade originalmente, mas após se livrar de sua parte má, ele se torna um Namekuseijin pacífico normal conhecido como Kami-Sama. Embora ele conte como um Namekuseijin Guerreiro, ele desiste das artes marciais quase completamente após se tornar Deus da Terra (embora ele depois lute com Piccolo Jr. como Shen e Garlic Jr. como si mesmo). De acordo com Mestre Karin, Kami-Sama não gosta de visitantes e manda de volta qualquer foguete tentando alcançá-lo (implicando que isso já aconteceu). Sua necessidade de reclusão se deve ao fato de viver sozinho na remota região Yunzabit. Embora ele tenha um cuidado legítimo da Terra, ele começou a pensar que todos os humanos eram egoístas e desconfiantes após ele ver a humanidade crescer e se reconstruir após a guerra contra Piccolo Daimaoh, até ele encontrar Goku, que renova sua fé na humanidade (embora Kami-Sama sabia que Goku não era da Terra, mas pode ter sido o amor de Goku por seus amigos que fez Kami-Sama mudar de ideia).

Kami-Sama também tem um complexo, pois mesmo sendo Deus da Terra, ele achava que não merecia o título. Isto é, porque a existência de Piccolo Daimaoh dependia dele para ficar vivo, o levando a pensar em cometer suicídio em várias ocasiões. Ele diz isso novamente a Goku ao fim do 23º Torneio de Artes Marciais, mas com Mestre Kame explicando que nada disso seria possível sem ele e as Esferas do Dragão, Kami-Sama é capaz de se perdoar e continuar como Deus da Terra, até que ele é assimilado por Piccolo."
(http://pt-br.dragonball.wikia.com/wiki/Kami-Sama)


"Namekuseijin
Português do Brasil

Namekuseijin
Planeta de Origem Namekusei
Tamanho médio Entre 150 e 200 cm
Dieta Primariamente água e raramente comidas sólidas

Namekuseijin (ナメック星人, Namekku-seijin), também conhecidos como Namekos, são a raça de Namekusei. Eles estão entre as raças mais importantes da série, pois eles são os criadores das Esferas do Dragão. Namekuseijins são humanoides com características de plantas e lesmas, incluindo pele verde e antenas. O nome "Namekuseijin" vem da palavra namekuji, que significa "lesma" em japonês. Em Dragon Ball, os Namekuseijins na série eram conhecidos como Clã Demônio e pensava-se que eram terrestres.

História

Vários Namekuseijins durante a explicação do Senhor Kaioh

Aproximadamente trezentos anos antes do começo de Dragon Ball, os Namekuseijins mais antigos encontrados na Terra (Piccolo Daimaoh e seus filhos, porém não Kami-Sama) eram maus, destrutivos e causavam caos ao redor da Terra, até serem derrotados pelas mãos de Mestre Mutaito e seus discípulos (incluindo Mestre Kame e Mestre Tsuru).

É sabido que eles eram uma raça conhecida, que viajava pelo espaço em algum ponto no passado não tão distante, como a maioria dos Saiyajins que vieram a Terra imediatamente reconheceram Piccolo como um Namekuseijin. A Daizenshuu diz que eles faziam comércio com outros planetas, mas pararam após o cataclismo. Também é sabido que os Namekuseijins tinham um conhecimento vasto de tecnologia, porque O Namekuseijin veio à Terra numa nave espacial (com reconhecimento de voz) antes do desastre climático. Também, Slug é um ávido viajante do espaço.
Cargo e Dende enquanto Freeza atacava sua vila

Na era de Dragon Ball, há pouco mais de 100 Namekuseijins vivos em seu planeta natal, pois eles foram mortos uma geração atrás, por uma grande tempestade. Os únicos sobreviventes foram o Grande Patriarca e O Namekuseijin sem nome, que foi mandado para a Terra. Outro sobrevivente, Slug, é introduzido no filme Goku, O Super Saiyajin. Até a chegada de Nappa e Vegeta, Piccolo e seus irmãos mutantes eram considerados demônios, devido à natureza má de Piccolo Daimaoh e seus filhos. O status de Kami-Sama como um Namekuseijin não era conhecido, mas ele não era considerado um demônio. Algum ponto após Kami-Sama chegar à Terra, ele perdeu sua memória, e então Kami-Sama esqueceu de onde ele veio, mas lembrava da maioria de seu idioma nativo. Durante o Torneio de Artes Marciais, Kami-Sama (no corpo de Shen) e Piccolo falam um idioma alienígena estranho, que depois é revelado ser o idioma Namekuseijin. Ao conhecer Piccolo, Raditz estranhamente não o identifica como sendo Namekuseijin, mas Vegeta e Nappa o identificam.



Namekuseijins em seu novo planeta, como visto na saga de Boo

Piccolo Daimaoh teve vários filhos mutantes que são considerados Namekuseijins devido à Continuidade retroativa. É possível que o mal de Piccolo Daimaoh causou seus filhos (incluindo Címbalo, Tambor, Piano, e Tamborim) serem mutados e malformados, tanto que eles nem pareciam Namekuseijins normais. Uma explicação melhor seria a falta de premeditação de Akira Toriyama em revelar as suas origens.

No Ano 762, durante a saga de Freeza, seu planeta Namekusei foi terrorizado por Vegeta, Freeza, seus capangas: Dodoria, Zarbon, e seus outros soldados. O planeta foi ultimamente destruído por Freeza como um último recurso para matar Goku, durante a batalha. Todos os Namekuseijins foram temporariamente transportados para a Terra, onde eles moraram por quase um ano antes de se mudarem para Nova Namekusei.

No jogo Dragon Ball Online, Namekuseijins escaparam para a Terra no Ano 853 após terem seu planeta Nova Namekuseijin atacado por Mira. No Ano 940, Namekuseijins Maus começam a botar ovos na Terra, e na área onde eles vivem, há um trono vazio onde o kanji "demônio" de Piccolo Daimaoh pode ser visto. Este Clã Demônio é compossto de Namekuseijins maus, a maioria deles mutantes, como o caso do clã de Piccolo Daimaoh, e possivelmente, o Clã de Slug. O conflito da Terra contra os Namekuseijins maus liderados por Naraku começa em Ano 972 quando seus números começam a crescer.


Aparência e fisiologia

Piccolo Jr. saindo de seu ovo

Namekuseijins são humanoides com características de lesmas, incluindo antena, pele verde clara, e partes rosas em seu corpo (e muitos Namekuseijins são nomeados com palavras que significa "lesma"). Namekuseijins velhos têm pele mais escura e menos partes rosas (estas aparentemente ficam laranja conforme o Namekuseijin envelhece) e orelhas pontudas. Em Dragon Ball Online, a nova geração de Namekuseijin têm face amarela e uma linha vertical no meio da cabeça. A maioria dos Namekuseijins parece ter o tamanho de um terráqueonormal, mas Piccolo Daimaoh, Kami-Sama, e o Grande Patriarca todos têm uma altura e tamanho além de terráqueos normais. Namekuseijins têm quatro dedos em cada mão no manga e cinco dedos no anime. O seu sangue é vermelho ou roxo (Piccolo Daimaoh têm o sangue vermelho, e Tambor foi o primeiro Namekuseijin a ter sangue roxo).

Namekuseijins são adaptados a um planeta com três sóis, então é desconhecido se eles dormem ou não. Como dito na saga de Trunks, Namekuseijins têm um senso de audição além dos terráqueos; Piccolo diz que ele pode ouvir por todo o universo com sua audição quando explicou que a razão que ele conseguiu seguir Goku e Brolyao Novo Planeta Vegeta é porque ele ouviu a conversa de Goku e Senhor Kaioh. Como visto no filme Goku, O Super Saiyajin, as antenas dos Namekuseijins são sensíveis, e Piccolo puxa as antenas de Slug ao atacá-lo. Namekuseijins também são menos sensíveis a temperaturas baixas comparado aos terráqueos, como dito por Piccolo quando Kuririn reclama da temperatura baixa na região onde ele, Piccolo e Tenshinhan estão voando para o Laboratório do Dr. Gero.

Namekuseijins não precisam de comida para viver, apenas água

Eles só precisam de água para beber, pois seus corpos têm enzimas que transformam água em nutrientes. Durante a saga de Freeza, Kuririn oferece comida para Dende, para a qual o jovem Namekuseijin recusa, dizendo que ele e seu povo apenas bebem água. Porém, Piccolo Daimaoh e Piccolo Jr. são vistos comendo comida poucas vezes, como quando Piccolo Jr come um peixe quando criança.[2] Depois, durante filler, Piccolo reclama sobre ter peixe por duas semanas seguidas quando Gohan pega um peixe e diz que quer ele para o jantar.[3] É possível que Namekuseijins possam comer por prazer ao invés de sustento, como demonstrado no anime quando Piccolo Daimaoh ordena aos chefes do Castelo do Rei que preparassem um grande banquete para ele.

Um Namekuseijin adulto e criança: Piccolo e Dende

De acordo com uma entrevista com Akira Toriyama, Namekuseijins são hermafroditas (assim como lesmas) e que possuem físicos similares aos de homens terráqueos. Embora o fato de que hermafroditas possam se reproduzir sexuadamente, os Namekuseijins vistos na série até agora só se reproduziram assexuadamente, usando um modo de reprodução similar à partenogenesis, e cuspindo ovos de suas bocas. Embora este sistema reprodutivo assexual, ainda há diversidade na espécie, pois o filho geralmente não é uma cópia exata do pai, como com Piccolo Daimaoh e o Grande Patriarca. Porém, parece que o pai tem algum tipo de controle sobre como o filho vai se parecer (como mostrado por Piccolo Daimaoh que tem a habilidade de determinar a aparência e traços de seus filhos). Isto é levado à extensão que eles podem ser mutados e não parecer com outros da espécie. Piccolo Daimaoh pode gerar Namekuseijins demoníacos que nem parecem Namekuseijins para ajudá-lo na sua tentativa de dominar o mundo. Parece que Namekuseijins são próximos a seus filhos, e ebora Piccolo Daimaoh tratasse seus filhos como capangas ele parecia se importar por eles quando morriam. Namekuseijins também parecem ter um link telepático para com seus filhos e podem atingí-los de qualquer lugar, e também sentir suas mortes (como visto pelo Grande Patriarca).

Piccolo Daimaoh, o primeiro Namekuseijin velho a aparecer

Namekuseijins têm expectativas de vidas bem grandes. Por exemplo, o Grande Patriarca, o único Namekuseijin conhecido a morrer por causas naturais, tinha mais de 500 anos terrestres quando morreu. Kami-Sama também viveu perto de 300 anos terrestres antes de se fundir com Piccolo. Namekuseijins podem resistir mais ao frio que terráqueos, provado quando o Namekuseijin sem nome ficou vários anos no frio da região Yunzabit, e quando Piccolo diz que terráqueos são delicados quando Kuririn diz que estava congelando durante a saga dos Androides.

Namekuseijins também são bem capazes como guerreiros, como quando Vegeta e Nappa concluiram que não era surpresa que um Namekuseijin poderia matar Raditz, e Vegeta dizendo que um traço entre os Namekuseijins são os seus raros poderes de luta altos; o poder de um Namekuseijin não-combatente é entre 200 e 300. Em adição, Namekuseijins têm a habilidade inata de sentir o poder de alguém, e também se a pessoa é boa ou má. Isso é aparente quando Tsuno recusou o pedido de Vegeta de ter uma das Esferas do Dragão, pois ele podia sentir o mal no coração de Vegeta, e também Dende inicialmente recusou a curar Vegeta por causa do mal no coração deste.
Castas 
Anciãos Namekuseijins

No planeta Namekusei, onde não há homens ou mulheres, os Namekuseijins são divididos entre o Clã Dragão, que possui habilidades mágicas, e os Guerreiros, que possuem poderes de luta maiores para serem os protetores das aldeias.[4] Antes de Freeza atacar Namekusei, 86% dos Namekuseijins eram do Clã Dragão e 14% eram Guerreiros. Há seis anciãos, um para cada vila: Ancião Moori tem sete Namekuseijins do Clã Dragão: (ele mesmo, dois velhos, dois membros não vistos, Dende e Cargo) e três Namekuseijins Guerreiros em sua vila. Ancião Tsuno tem dezesseis membros do Clã Dragão e três Guerreiros em sua vila. Os quatro outros anciãos têm um total de sessenta e quatro Clãs Dragão e oito Guerreiros entre eles. O Grande Patriarca tem apenas um Namekuseijin com ele, seu guarda costas, o Guerreiro Neil.

Piccolo pode ser considerado um híbrido meio Guerreiro e meio Clã Dragão por causa da sua fusão com Neil (um Guerreiro) e Kami-Sama (um membro do Clã Dragão), dando a ele sua vasta habilidade. Com uma mistura de Guerreiro e Clã Dragão, ele é um excelente combatente e tem várias habilidades místicas do Clã Dragão. Ele também é o Namekuseijin mais poderoso no fim da série, que lhe põe em uma casta diferente de Namekuseijin, Super Namekuseijins.
Clã Dragão

Artigo principal: Clã Dragão
Kami-Sama, o criador das Esferas do Dragão na Terra

A casta de suporte. Estes Namekuseijins têm habilidades pertencentes à magia, e os únicos capazes de criar/manipular Esferas do Dragão. Namekuseijins desta classe incluem o Grande Patriarca, Kami-Sama, Moori e Dende. Os membros do Clã Dragão também são os únicos que podem botar ovos para se reproduzirem, criando tanto outros membros do Clã Dragão quanto Guerreiros, mas na sociedade Namekuseijin atual, apenas o Grande Patriarca bota ovos.

Em Dragon Ball Online, Clã Dragão é a única classe que necessita o jogador ter uma arma (bastão) equipada. Esta classe se separa entre o suportivo Dende Priest e o ofensivo Poko Priest
Namekuseijin Guerreiro

Artigo principal: Namekuseijin Guerreiro
Neil, o Guerreiro mais poderoso durante a saga Freeza

A casta combatente. Estes são Namekuseijins que são proficientes em combate, e seus poderes de luta estão perto de 3000. Como dito anteriormente, Neil é de longe o Guerreiro mais poderoso, com o poder de 42 mil. Guerreiros não podem usar habilidades de magia como membros do Clã Dragão, mostrado quando Piccolo se funde com Kami-Sama, as Esferas do Dragão perdem seu poder e outro membro do Clã Dragão (Dende) é necessário para restaurá-las. A Daizenshuu diz que os três primeiros Namekuseijins que lutam com Freeza são Guerreiros. O anime diz que todos os Namekuseijins capazes de lutar (incluindo Neil) são da mesma casta e que Neil era o mais forte pois era o melhor deles. Em ambos o anime e manga, o Patriarca diz que Neil foi o único Namekuseijin a nascer um lutador.

Em Dragon Ball Online, quando chegam ao nível necessário, um Namekuseijin Guerreiro pode usar os usadores de machado Shadow Knight ou m Dark Warrior que luta equipado com armas com garras.
Namekuseijins Mutantes
Artigo principal: Namekuseijin Mutante
Címbalo, um Namekuseijin Mutante

Também conhecido como Clã Demônio. Com um desejo de dominação mundial, Piccolo Daimaoh dá à luz a vários Namekuseijins com características severamente distorcidas. É possível que a mente e alma más de Piccolo Daimaoh os tenha mudado para estes horríveis monstros. Pelo menos no caso de Címbalo, sua aparência de dragão foi o resultado de Piccolo Daimaoh lhe dando uma aparência que corresponde ao seu trabalho de encontrar as Esferas do Dragão. Sua produção de energia varia, e tudo que a maioria deles podem fazer é um Chou Makouhou, mas Tamborim usa vários ataques de energia, para matar todos os lutadores. Suas aparências continuamente mudam, como Tamborim tem características de gárgula, e teve um que parecia com Godzilla. O último filho de Piccolo Daimaoh, Piccolo Jr., foi o único filho que parecia com um Namekuseijin normal, possivelmente devido a ser uma "reencarnação" de seu pai.
Transformações
Forma Gigante
Artigo principal: Forma Gigante
Piccolo como Gigante

Nesta transformação, o usuário aumenta em tamanho concentrando os nervos em todo o seu corpo, invigorando suas células.
Super Namekuseijin

Artigo principal: Super Namekuseijin
Slug, um dos Super Namekuseijins

Após Piccolo se fundir com Kami-Sama, ele aumenta seu poder para níveis além dos Namekuseijins existentes. Então, ele é chamado de Super Namekuseijin por Kuririn por causa de seu novo poder extraordinário, capaz de passar a força de um Super Saiyajin destreinado.

No filme Goku, o Super Saiyajin, é dito que Slug era considerado um Super Namekuseijin, e escapa da morte no Planeta Namekusei durante o desastre climático (como Kami-Sama) e pousou no Planeta Slug.

Ao fim do manga, Piccolo é de longe o mais poderoso Namekuseijin, que o faria muito mais poderoso que o Super Namekuseijin Slug, ou qualquer um dos outros conhecidos na série. Piccolo se iguala ou até é maior que oponentes tão fortes quanto Androide 17 durante a saga Androides. Conforme os Jogos de Cell se aproximam, Piccolo decide entrar na Sala do Tempo para treinar. Fazendo isso também aumenta grandemente seu poder, como notado por Goku e Trunks. O argumento é que Piccolo se fundiu com dois poderosos Namekuseijins (Kami-Sama e Neil), fazendo-o o mais poderoso Namekuseijin vivo. Mesmo sem fundir com Neil e apenas fundindo com Kami-Sama, Piccolo ainda seria muito poderoso, como dito por Neil que se ele tivesse se fundido com Kami-Sama antes de vir para Namekusei, ele seria mais que suficiente para derrotar Freeza.

Lista de Namekuseijins

A lista de Namekuseijins na série Dragon Ball é:
Namekuseijins puros
Cargo (criança da vila de Moori)
Cymbal (filho de Piccolo Daimaoh)
Dende (criança da vila de Moori, depois o novo Deus da Terra)
Tambor (Filho de Piccolo Daimaoh)
Namekuseijin da Patrulha Galáctica[5]
Grande Patriarca (Chefe de Namekusei)
Kami-Sama (Deus da Terra até se fundir com Piccolo para lutar com Cell)
Katattsu (pai d'O Namekuseijin)
Piccolo Daimaoh (parte má d'O Namekuseijin)
Slug (Super Namekuseijin que aparece no filme 4)
Moori (chefe de uma vila, e o novo Grande Patriarca após a morte do antigo)
Neil (filho e guarda costas do Grande Patriarca antes de se fundir com Piccolo para lutar com Freeza)
O Namekuseijin (filho de Katattsu, dividiu sua alma e criou Kami-Sama e Piccolo Daimaoh)
Piano (filho de Piccolo Daimaoh)
Piccolo (filho e reencarnação de Piccolo Daimaoh, depois se funde com Neil e Kami-Sama)
Tamborim (filho de Piccolo Daimaoh)
Tsuno (chefe da vila destruída por Vegeta)
104 outros filhos do Grande Patriarca
Namekuseijins da Patrulha do Tempo
Imai
Mefla
Ukatz
Umiu
Saonel (Um Namekuseijin do Sexto Universo)
Pilina (Um Namekuseijin do Sexto Universo)
Fusões
Piccolo + Maima & Tsumuri & Dende (Super Saiyan Densetsu)
Piccolo + Kami-Sama (o novo O Namekuseijin, chamado Kamiccolo por Goku)
Piccolo + Piccolo Daimaoh (o completo O Namekuseijin, Supersonic Warriors)
Piririn (Piccolo + Kuririn; fusão hipotética)
Den-Goku (Dende + Goku; fusão hipotética)
Dailende (Dende + Nail; "Fusion Frenzy")
Avatar Namekuseijin + Piccolo (Dragon Ball Heroes)
Namekuseijins parciais artificialmente criados
Cell – Criado geneticamente usando células de Piccolo.
Cell Jr. – Filhos de Cell.
Cell-X – Clone de Cell.
Bio-Androide Larval – Filhos de Cell-X.
Bio-Androide Imperfeito – Filhos imperfeitos de Cell-X.
Cell-X Jr. – Filhos perfeitos de Cell-X.
Fu-Lums – Personagens do filme live-action Dragonball Evolution. Criados geneticamente usando o sangue de Lord Piccolo.
Referências

Episódio 126 de Dragon Ball
Episódio 125 de Dragon Ball Z

Ateu Poeta
25/04/2018