Coluna Clio

Extensão do Jornal Delfos-CE: http://jornaldelfos.blogspot.com.br/
Clio é a musa da História na Mitologia grega.

Temer na Cadeia Aécio na Cadeia

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ALARICO: GERMÂNIA, DÁCIA E GOTILÂNDIA


Os germanos eram agricultores sem escrita. Cortavam a língua e a cabeça dos romanos, estas eram penduradas em árvores. Eram mercenários, fiéis aos líderes tribais.

Sírios e celtas tinham cidades e pagavam impostos a Roma, mas os germanos tinham milhares de tribos. Elegiam líderes guerreiros, mas os matavam se exagerassem na tirania.

A 16 km do rio Reno, em São Tomé, Herman unificou os povos germânicos. Tinha um nome latino, Arminius, por que serviu no exército romano numa campanha na Ungria. Recebeu o título de epicles, equivalente a sam.

No ano 9 d.C., os romanos, que admiravam a lealdade germana aos líderes, convenciam os chefes tribais a lutarem por dinheiro, em favor de Roma, até mesmo contra os próprios germanos.

O nobre Arminius fingiu ser um servo para aprender sobre o império romano e secretamente montou um exército. Latim ele já falava. Agora, usava táticas romanas, como um pântano no campo de batalha, para cercar as legiões, acabando com um décimo do exército imperial. A fronteira do rio Reno se demarcava.

O espelho de Herman, ou Arminius, foi o general Cripitinos Várus, que era corrupto, enriquecendo a custa dos sírios. Várus crucificou 2.000 (dois mil) judeus.                                                                                                                  
Um neto do imperador Augusto parte 6 anos depois para se vingar, capturando a mulher e o filho de Herman e matando muitos germanos. Epicles Arminius, ou Herman, quis virar rei, e por isso foi morto pelos germanos.

Em 101 d.C., Trajano vivia um caos econômico, motivo pelo qual envia 100.000 (cem mil) homens, divididos em 3 legiões, para roubar o tesouro de Decébalo, em Nissare Deguetusa, destruindo o povo dácio.
                                                                                               
A Dácia ficava onde é a Transcilvânia, do conde Drácula, ou Romênia. Do mar Negro ao Bálcaso era chamada Deguetusa, por causa de Sales Deguetusa. Tinha encanamentos, estradas, arquitetos que faziam edifícios e carruagens, matemáticos e metalúrgicos, devido ao contato com Roma, de onde importavam vinhos e outros elementos. Dizem que o imperador Augusto prometeu sua filha a um chefe dácio.
                                                                           
Usando as fronteiras como desculpa, o imperador romano destruiu tudo da cultura dácia. Roma rouba 100.000 (cem mil) toneladas de ouro. 10.000 ( dez mil) gladiadores lutaram entre si e contra animais para festejar a vitória.

Os dácios tinham ferro, cobre e o melhor ouro branco do mundo em suas minas, ou como eles chamavam, montanhas de metal. Decébalo, quando soube dos romanos a caminho, manda seus arquitetos desviarem o curso do rio.

Manda que cavem para enterrar seu grande tesouro, em seguida, o curso antigo é restaurado. Ordena a execução de todos que trabalharam na obra para que ninguém descubra o tesouro sob o rio. Todavia, entre os soldados havia um traidor, que descobriu e contou a Trajano, em troca da promessa de de ouro e de sua vida ser poupada. Mas a recompensa que o espião recebeu foi ser assassinado pela guarda real.

Adriano cria uma fronteira romana que dura quase 200 anos.

Em 376 d.C., uma nação inteira de godos, saída da Gotilândia, ou Suécia, no século II a.C., e atravessando a Alemanha, chega às fronteiras de Roma, mas não é aceita.

Em 378 d.C., os godos aniquilam um exército do imperador Valente e recebem terreno dentro de Roma para virarem um novo exército romano. Mais tarde, as terras lhes são tiradas pelo império.

Em 410 d.C., Alarico, o godo, foge do povo de Átila, o uno. Então, 40.000 (quarenta mil) soldados godos entram em Roma e Alarico, um dos godos nascido em Roma, portanto, um godo-romano, tenta forçar o imperador a lhe dar terras.
                                                                             
O césar não negocia, então, Alarico e seu povo se retiram. Os godos eram cristãos-novos. Não destruíram Roma, não estupraram ninguém nem quebraram nada. Também nada levaram, segundo a série "Os bárbaros".
                                                                                                
ATEU POETA
Pacoti-Ceará
14/06/2009
4h e 45 min

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